Mingua-te

vou me aproveitar,e culpa-la mais uma vez  pela minha falta de compreensão.vou colocar nela a responsabilidade por nada ter sentido,nada ter feito sentido.e se alguém me perguntar,porque os dias estavam tão quentes e as noite tão fria,vou apontar pro lado do escuro e dizer que foi ela quem engoliu parte das cores,e parte do tempo também.ninguém vai negar que aquele campo foi a cama da ausência.vou até,por pura arrogancia,dizer que nada em mim morreu,mas que ela vem roubando os frutos dos meus pés.vou,acompanhar,o trajeto que ela tem feito aqui por perto e me despedir de mãos cheias.

vou agradecer agora,e pedir pra levar com ela ele,ela,ela,e ele também.vou deixa-la ir embora,confesso que com um nó no peito nu (estupidez),pra esperar o interno conforto de novo.

 

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