h.

te vejo daqui,desfocado pelo azul que se põe nas tuas costas,oscilando entre o querer e a querência de um amor e uma carência.e entre todos esses seus bules e xicaras,as colheres continuam contando seus segredos e suas minimalisticas malicias.e o que arrasta a noite pros pés da cama,traz teu borbulhar de barulhinhos escondido num desses cantos,mais uma vez azuis.

eu fico aqui nesse silêncio,desviando das tuas perguntas,sem deixar sair de mim o que se expressa em vontade.

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