Rua Purpurina.

Tome eles por exemplo,agindo como se todo o mundo ao redor fizesse parte do plano de um definitivo agora.Eles não estão se importando com o espaço que sobra da calçada pro fluxo de outras pessoas.Se preocupam apenas em conter os braços nos abraços um do outro,como numa tentativa de ocultar o carinho.Vez ou outra os olhos de um se abrem pra contemplar o prazer calado do outro.E no meio de tanto sentimento não se consegue distinguir,aqui do lado de fora,se o que sentem é desespero,se o amor estava exposto nas saudades,se estão tomados de desejo,ou mesmo se a traição dos dedos governou maldades.

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