T. Randov

T. Randov acordou certa manhã sentido que nada além de seu aspecto humano lhe servia.A quem a tempos teve as mãos acorrentadas por terços dourados,resolveu rezá-los cem contas dos padrões mal definidos pra tê-los longe.Nessa mesma manhã,usou o que costumava usar,por não sentir a necessidade de transpor,pro que era visualmente notável,aquele incomodo.Onde ela morava,não importa.Muito menos relevante é pra onde ela foi.Pois naquela manhã,mesmo tendo encontrado desjejum no incomodo,voltou para a cama.Na cama,aos poucos,suas ideias foram engolindo-a.

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