Every where I look, my walls are in the ground. There’s no inside or outside. Even the roof had gone a long time ago. For the years I had leaved over a fake floor too, never taking a pick under ther boards, but always hearing a weird call coming from the Keller. 

Now, there’s me left standing. And I know where the foundation is. 

All the directions are equally possible, but not equally ending. 

There’s nothing left but me and my sense of truth, love and will. 

Lass uns gehen!

I want my right to work with heart instead of time

Work, as human power, shouldn’t be sold, it was meant to be shared.

When your effort, your intention, the manifestation of your will is shared somehow, in different scales and kind, then work would be again the realization of ones life. 

Not as a duty, not as exchange or bargain, but as contribution, a motion of life’s energy flowing through you, as a creation of your existence. 

This doesn’t mean that the creation should necessarily to be outstanding, or great, history material. But even so, it doesn’t seems to be another way than to live it.

Schwer 

As vezes tudo fica pesado, e tenho provado (também na pele) o que realmente é coragem, é medo, vontade, desespero. 

As vezes eu olho pra tudo isso e vejo que criei, construí cada pedaço do monstro que hoje me engole ao manifestar a minha vontade. Eu assumi brigas, assumi uma guerra inteira pela vontade que rompeu em mim. Eu não consigo e não quero ficar parada, e a cada dia alimento a miração dos meus planos.

As vezes, como hoje, eu olho pro monstro e me pergunto do que realmente ele é feito, e temo por descobrir que a minha criação não vai ser capaz de ultrapassar as barreiras do meu mundo, as fronteiras do que me foi delimitado. 

Chego a pensar que meu monstro talvez não seja o suficiente, e é quando me sinto engolida por ele. 

Por alguma razão sempre achei que era capaz de tudo, e nessa situação tão tacanha quanto a minha, com brigas tão corriqueiras e ordinárias, me sinto engasgada ao vislumbrar a possibilidade do monstro não dar conta. 

Me faz questionar se toda essa guerra é real, ou se me lancei na euforia da realização de mim mesma. Quando olho ao redor vejo que tive todas as condições pra que a minha escolha fosse exatamente essa, sem baixar a cabeça, sem desmoronar, abrindo meu caminho por entre os destroços de uma tempestade que já passou. Eu me lancei na euforia sim, mas justamente por ter as condições necessárias pra que fosse iminente o meu deflagrar.

02.06 ESCOLA, devia ter falado

Primeiro quero pedir desculpas se eu estiver sendo petulante. Tenho alguns incômodos e se eu estiver sendo equivocada, eu aceito correções de bom grado.

Acho que o que tá exposto aqui é o universo de estudo em que todos nós temos trabalhado. Mesmo que cada um dos professores tenha sua ênfase, Priscilla e a Andrea na questão do espaço, Antônio na política e Pedro e Alberto na produção, estamos todos trabalhando com aspectos da mesma lógica do capitalismo na sua fase neoliberal. 

Acho engraçado que agora que temos essa visão geral, estamos abismados diante das nossas próprias reflexões e análises. Por isso, de novo, acho que pra montagem de uma agenda de pesquisa futura precisamos nos aproximar de modo a reconhecer quais as perguntas que ainda não estão postas.

Imagino que se alguém aqui se lançar na pesquisa da infraestrutura de energia elétrica ia passar pelo mesmo processo que vocês e chegar ao mesmo ponto de entender o modus operandi do capital em sua forma financeirizada. E é o que nós temos até agora. Somos experts em reconhecer processos, embrincamentos, relações que nem o próprio capital é capaz de reconhecer. E em termos práticos, materiais, não temos nada além das análises.

Por isso acho que a pergunta é justamente como fazer com que o capital deixe de operar, como resistir a essa lógica. 

02.06 until when?

[2/6 17:27] Midori Hamada: I am at the last day of the seminar, professors are going wild because today we should develop some new research agenda, they are discussing non stop and its fun to watch, its nice to see how excited they are. But I can’t stop thinking how idiot is all this. They already now all this, they have no idea of what to study now

[2/6 17:29] Midori Hamada: They are rambling around the same point of view with no new perspective, no proposition to change this fucking system. I am almost exploding here creating this whole speech in my mind

[2/6 17:30] Midori Hamada: At the same time, my mind cant take out of my view this visa problem, the fear of not having you again, and what I am fucking doing with my life?

[2/6 17:37] Midori Hamada: I don’t know if I should say what I am thinking, because I am just a fucking graduation student, and they all are professors with more than 50 years

[2/6 17:37] Midori Hamada: But I freaking out here

[2/6 17:38] Michael Scholtyssek: Oh Babe..

[2/6 17:39] Michael Scholtyssek: Grab just someone you feel you could reach with that spirit and make him or her discuss with you. You think it is possible?

[2/6 17:44] Michael Scholtyssek: Are you going to have a little celebration or sit in or similar?

[2/6 17:45] Midori Hamada: No, I am going to sao bernardo immediately after this

[2/6 17:52] Midori Hamada: I will wait until the day you will say to me to set fire in the world and follow my eagerness to manifest the truth in which I believe.